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Filmes e Séries do Filipe

Viciado e apaixonado por filmes e séries, com objectivo de partilhar e discutir este pequeno vício com mais nerds iguais a mim.

Filmes e Séries do Filipe

Viciado e apaixonado por filmes e séries, com objectivo de partilhar e discutir este pequeno vício com mais nerds iguais a mim.

Revisão filme: Doctor Strange In the Multiverse of Madness

Filipe Lopes, 15.05.22

Se ontem trouxe a revisão da mais recente série da Marvel - que se ainda não tiveram tempo para ler, vão já a correr –, hoje é a vez da sequela ao filme de 2016, o qual se centra na personagem do Doctor Strange e as suas aventuras pelo multiverso.

Benedict Cumberbatch regressa para interpretar o mágico mais conhecido da marvel, contracenando ao lado de Wong, interpretado por Benedict Wong, bem como algumas caras novas, de realçar Xochitl Gomez como America Chavez – a nova heroína que irá desencadear os eventos principais do filme. No entanto o destaque vai para Elizabeth Olsen, que neste filme tem um papel fundamental como Scarlet Witch.

Realizado por Sam Raimi, este é mais do que mais um filme da Marvel. Tendo conhecimento do seu trabalho, seja em filmes de Super Heróis como Homem-Aranha, ou o seu passado com terror em Evil Dead, este é talvez o seu melhor trabalho mais recente, no qual brilha todo o seu conhecido movimento de câmara, acção e sensação de um verdadeiro filme de terror no sentido literal da palavra.

De um modo geral este não foi de todo o filme que estava à espera do “Multiverse of Madness”. Especialmente depois do que aconteceu em “No Way Home” e tudo o que este envolveu em relação ao aparecimento dos 3 Spider-Man (depois de tanto tempo já não é spoiler). O que tornou a minha experiência ainda melhor, pois não sabia o que iria acontecer a seguir, quem ia morrer, quem ia sobreviver, e quais as implicações para o futuro.

Novamente esta direção dada por Raimi é brilhante, fazendo parecer em certas partes e fight scenes que estamos a assistir a uma banda desenhada que ganhou vida, e para mim isso foi o ponto mais forte. Não sendo dos melhores filmes de sempre da Marvel, para mim está certamente no topo, pois foi diferente, arrojado e sem medo de correr riscos. Ah! De realçar um determinado cameo que me fez saltar da cadeira e me dá algumas esperanças para um futuro próximo de um pequeno filme chamado Quarteto Fantástico!

Com muito ainda para ver este ano, Thor já em julho e Black Panther em novembro, já para não falar do infinito número de séries, o MCU não parece estar a abrandar, apresentando consistência e inovação que nos faz manter interessados e com fome de saber e ver mais.

Avaliação: 8,5/10

Revisão série: Moon Knight

Filipe Lopes, 14.05.22

Hoje trago a revisão da mais recente série da Marvel no Disney Plus, a origin story de Moon Knight. Marc Spector serve de intermediário – avatar, como descrito na série - ao deus Egípcio da lua, Khonshu. Sendo-lhe concedido o poder por Khonshu, Marc tem como objetivo ajudar os inocentes e punir os criminosos.

Primeiramente há que dizer que,  apesar de ser um herói que já vem das páginas dos comics desde o ano de 1975, esta era uma personagem da qual eu tinha pouco ou nenhum conhecimento. Apenas sabia o básico, e algumas curiosidades que fui apanhando na internet, o que tornaram esta minha experiência ainda melhor.

A série conta com um elenco de luxo, sendo a personagem principal interpretada pelo grande e muito conhecido atualmente Oscar Isaac, contrastando com outro poderoso nome do mundo do cinema Ethan Hawke, passando por uma grande revelação na interpretação de May Calamawy.

Toda a narrativa é explorada ao longo de 6 episódio de mais ou menos 50 minutos cada, na qual é explorado o transtorno dissociativo de identidade de Marc, enquanto este concilia, como Moon Knight, uma batalha contra Arthur Harrow - o vilão com ideais iguais aos do nosso herói, mas com nuances que tornam as suas visões opostas. Para além disso, tem também mais para o final a típica magia do MCU, com muita mitologia Egípcia à mistura.

Com mais uma adição de um super-herói ao já grande e vasto repertório do MCU acho que foi uma aposta muito ganha, pois com a ajuda de grandes interpretações, muitas histórias e caminhos por explorar, bem como uma intrigante e empolgante post credit scene, só tenho pena de a série ter sido tão curta e que se tenha sentido algum apressar no episódio final.

Em suma, mesmo para quem não é o maior fã do MCU, esta série é bem mais que isso, pois põe as personagens em primeiro e só o herói e o vilão depois, o que a tornam numa das melhores séries desta recente fornada do Disney Plus+.

Avaliação: 9/10